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  <title>Cartas para ninguém.</title>
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    <issued>2012-03-13T21:47:37</issued>
    <title>A new home.</title>
    <published>2012-03-13T21:49:33Z</published>
    <updated>2012-03-13T21:49:33Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;I am now the &lt;a href="http://royaldictionagrapher.blogspot.com" target="_blank"&gt;royal dictionagrapher&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-08-27T21:45:15</issued>
    <title>Cheg&amp;aacute;mos aos finalmente.</title>
    <published>2011-08-27T20:45:15Z</published>
    <updated>2011-08-27T20:45:52Z</updated>
    <content type="html">&lt;p align="justify"&gt;É agora. Não há mais dúvidas, não há hesitações. Ou pelo menos não deveriam haver. É agora, está na altura de aceitar (sim, porque estava a distrair-me um pouco da verdade, não era?) e arranjar coragem para enfrentar olhos nos olhos e fazer aquilo que tenho de fazer. Fazer, pelo menos uma vez, aquilo que sempre quiseram que fizesse; erguer a cabeça e exigir aquilo que é meu de direito, perder os receios e largar os rodeios e encarar o touro bem de frente. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O problema é que custa. Pode não significar nada, mas custa e eu não sou corajosa. Mas enfim, a dor passa. Não é isso que me preocupa. Porque, por mais que doa, passa sempre, nem que demore dias, semanas, meses, mas passa. O meu problema são as cicatrizes que ficam, que me fazem pensar nas realidades alternativas que eu podia estar a viver. Os ‘e se?’ que destroem as pessoas. As dúvidas, as perguntas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;E seria pedir muito viver em paz? Dizem que antes da bonança vem a tempestade, mas esta é uma tempestade que dura há muito, há demasiado tempo. Seria pedir demais, pedir por uma bonança? Ou uma pausa, pelo menos. Algum descanso. Menos apertos no coração, menos desgostos. Menos lágrimas. Menos dores. Menos cicatrizes. Começo a pensar que nunca serei totalmente livre para ser quem sou, já que passei tanto tempo debaixo desta tempestade que me tornei num ser sério, absurdamente cabisbaixo e tristonho. Mais amargo do que seria aconselhável. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;E ainda assim, parece que a minha mente não se cansa de tornar as coisas mais difíceis. Preocupações, pensamentos a mais, voltas e voltas sem fim, perguntas sem respostas, e se…? Não consigo parar este frenesi, uma correria sem fim, esta máquina que não se desliga. Acordo todos os dias assim e vou dormir todos os dias assim. Se nem eu própria consigo aliviar-me de cargas desnecessárias, quem poderá?&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Às vezes sou eu mesma demais. Queria ter o poder de não me preocupar, de dizer ‘não quero saber’ e realmente fazê-lo. Não me importar. Desviar o olhar como se nada fosse. Mas não é nada. E é isso que me custa.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-07-12T04:10:44</issued>
    <title>Until The Very End.</title>
    <published>2011-07-12T03:10:44Z</published>
    <updated>2011-07-12T03:10:44Z</updated>
    <content type="html">&lt;p align="justify"&gt;Harry Potter. A primeira vez que vi os livros, foi na forma de um presente de aniversário quando eu fiz oito anos, há sete anos atrás. Ofereceram-me os três primeiros, e eu já tinha visto os filmes que já tinham saído. Harry Potter e a Pedra Filosofal foi o primeiro livro que eu li, e devo dizer que os devorei numa semana. Fiquei tão apaixonada por esse garoto de olhos verdes e um coração tão puro que simplesmente queria saber mais e mais e mais da história dele e daqueles que o rodeavam. Só mais tarde me apercebi que os livros falavam de muito mais do que a história de um rapazinho feiticeiro órfão. Falava de coragem, de batalhas e de fazer as escolhas certas em vez das mais fáceis. Falava de amor e erros, e da dificuldade de seguir o caminho correcto.    &lt;br /&gt;Eu fui, perdoem, sou uma fã leal, mas não do género de esperar pela meia-noite à porta da livraria pelos livros ou ir à estreia dos filmes. Pelo menos não no princípio da série para mim, porque era demasiado nova. Harry Potter tornou-se uma pessoa real na minha mente, e eu acarinhava muito esse mundo. Harry Potter era a minha companhia durante madrugadas sem sono, durante as discussões dos meus pais, durante as alturas que eu simplesmente não tinha amigos.    &lt;br /&gt;E então, há dois anos e meio, o meu pai foi expulso de casa. E dizer que foi difícil seria, como os ingleses dizem, &lt;em&gt;the understatement of the year&lt;/em&gt;. E Harry Potter tornou-se o meu escape, por estar frustrada com a minha mãe e o meu pai, por estar frustrada com o gozo que sofria na escola por ter peso a mais, por estar triste com o mundo e tudo aquilo que era a minha confortável realidade estar a destruir-se completamente. Tornei-me uma entusiasta tal, cheguei a criar blogs, e foi essa a minha salvação. Eu acho que sem Harry Potter, sem uma constante lembrança de que o mais fácil nem sempre é o certo, eu não conseguiria chegar onde estou sendo a pessoa que sou.    &lt;br /&gt;Harry Potter permitiu-me conhecer, pela internet (porque na vida real não conhecia ninguém tão fã quanto eu), 90% das amigas que tenho na vida real agora. Harry Potter foi o meu suporte durante o divórcio dos meus pais e era simplesmente algo que estava sempre &lt;em&gt;lá&lt;/em&gt;, desse por onde desse, mesmo que imaginariamente. Foi Harry Potter que me deu a força para fazer as escolhas que estão &lt;em&gt;certas&lt;/em&gt;, como a que eu fiz este ano, de ir viver com o meu pai para uma cidade a 300km de onde moro.    &lt;br /&gt;E este ano, quando entrei para o 6v, foi incrível. Incrível porque é um sítio onde eu me podia expressar, ser demasiado dramática e demasiado entusiástica, é um sítio onde convergem as melhores pessoas que eu já conheci, acolheram-me e fizeram-me sentir tão amada que nem sequer tenho palavras suficientes para descrever. É a alegria de ver que uma amizade está a formar-se, que existem pessoas que parece que eu já conheço há anos. E tudo isso me faz sentir... incrível.    &lt;br /&gt;Acho que é por isso que este último filme, que não é o fim, representa uma imensa tristeza para mim porque representa o fim das ligações com todos os amigos que eu tenho, e que conheci através de Harry Potter. Porque eu vou deixar de ser tão próxima deles, e é o fim disso e de Harry Potter, é o fim desta cidade para mim, que é maravilhosa, como os meus amigos e Harry Potter... Já não há mais livros, não há mais filmes. Mas o universo nunca irá morrer.    &lt;br /&gt;Harry Potter faz parte de mim numa maneira muito íntima e pessoal, porque eu cresci através e com os livros, eu cresci &lt;em&gt;com&lt;/em&gt; as personagens. Eu falo com a Hermione sobre livros, eu discuto com o Ron por causa de comida, eu vejo o Harry sempre que me lembro dos meus próprios pais porque eu conheço-os melhor que a mim própria e eu estava lá. Eu estava lá quando encontraram a Pedra e o Ron se sacrificou, eu estava lá quando enfrentaram o terror da Câmara dos Segredos e os Dementores. Eu estava lá quando salvaram o Buckbeak e o Sirius, eu estava lá quando a Hermione usava o Vira-Tempo sem ninguém saber. O torneio dos Três Feiticeiros, a morte de Cedric e o regresso de Voldemort, o ataque dos Dementors e a audiência no Ministério, eu vi isso tudo. Eu sofri com todos eles quando morreu o Cedric, o Sirius, o Dumbledore, o Olho-Louco, a Hedwig, o Dobby, o Fred, o Lupin e a Tonks e quando morreu o Harry também. Porque eles são tanto para mim quanto os meus amigos na vida real. Não tenho palavras suficientes para expressar o quão real são para mim as discussões do Ron e da Hermione, os comentários da Ginny, a criatividade mágica da Luna e a coragem do Neville. A inocência do Harry e o seu coração puro. A sapiência do Dumbledore e o sarcasmo do Snape. A rigidez da McGonagall. A ruivez dos Weasley.    &lt;br /&gt;Eu identifico-me com as personagens de milhares de maneiras diferentes, porque de cada vez que abro um livro sinto-me como se tivesse chegado a casa. É como receber um abraço ou beber chocolate quente enrolada numa manta no meio do Inverno. Nunca vou esquecê-los, nunca vou deitar os livros fora, nunca. Vou guardar para sempre estas memórias porque Harry Potter é um amigo que eu fiz para a vida.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-07-06T21:52:05</issued>
    <title>cartasparaninguem @ 2011-07-06T21:52:05</title>
    <published>2011-07-06T20:52:05Z</published>
    <updated>2011-07-06T20:52:05Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;Melhor que qualquer sonho que poderia ter.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-06-28T19:58:24</issued>
    <title>Um bloco. [Actualizado]</title>
    <published>2011-06-28T18:58:24Z</published>
    <updated>2011-06-29T14:55:48Z</updated>
    <content type="html">&lt;p align="justify"&gt;Estava a pensar… Em diários. Como seriam os diários de outras pessoas (porque sim, eu também tenho um). E depois de ter ido com uma amiga minha a uma Bertrand onde ficámos horas e horas a olhar para os diferentes blocos, lembrei-me das pessoas aqui da blogosfera. Só se vê o que as outras pessoas escrevem, aquilo que elas escolhem partilhar. E apenas pela internet, tudo formatado direitinho.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Pensei em organizar uma espécie de projecto em que os participantes (bloggers) escrevessem num bloco todos os dias, coisas ao acaso (ou não), pensamentos, frases, citações, qualquer coisa basicamente. E depois fazer um sorteio e cada participante enviar o seu bloco a outra pessoa, completamente desconhecida. O que acham?&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class="saportecontainer" style="text-align: center;"&gt;&lt;img style="border: 0px currentColor;" src="http://i55.tinypic.com/ndugrt.jpg" alt="" width="500" height="227" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;att&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Bem pessoas ;D Vou fazer uma lista das pessoas interessadas. Que tal se o sorteio for no fim do ano? Assim ainda dá bastante tempo para escrever. E divulguem! Podem usar o banner.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://annaweasley.blogs.sapo.pt/"&gt;annewood&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://capitulodois.blogs.sapo.pt/"&gt;Katerina K&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://happieee.blogs.sapo.pt/"&gt;Su&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://seekingbeautyindissonance.blogspot.com"&gt;Seeking Beauty in Dissonance&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://cronicasdadolescente.blogs.sapo.pt/"&gt;André&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-06-19T18:38:36</issued>
    <title>cartasparaninguem @ 2011-06-19T18:38:36</title>
    <published>2011-06-19T17:38:36Z</published>
    <updated>2011-06-19T17:50:10Z</updated>
    <content type="html">&lt;p align="justify"&gt;És a única que sabe. Eu estou a tentar. Estou alegre e tudo. E é horrível pensar que achas que escolho sofrer. Eu não escolho. Eu sei que tudo o que disse pareceu irritado, mas não era essa a ideia. Eu só… Eu preciso de deixar de pensar nele, de o ultrapassar. Preciso de falar nele, de chorar e de sofrer para depois continuar. Pensei que conseguisses perceber isso. Mas espero demais, talvez. Sim, é demasiado que ficou por dizer. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;E tenho tanto frio.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-06-19T18:17:10</issued>
    <title>Dor.</title>
    <published>2011-06-19T17:17:10Z</published>
    <updated>2011-06-19T17:28:47Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;em&gt;Não cedi a nada, não cedo a nada desde 11 de Janeiro de 2009. Só agora percebo isso. E tornou-se uma dor tal que me assustam os gritos mudos, que me assustam os ombros curvados e o peso na alma, que, sem ser passível de ser notado fisicamente, é tão grande que por vezes me pergunto se as outras pessoas também reconheceriam a minha tristeza contínua. (…)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Que alguém faça a dor parar, por favor.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Eu não consigo mais agora sequer tocar nela. Agora que entendi todos estes aspectos sobre mim. Sobre aquilo que me rodeia. Simplesmente não posso. Ficará trancada até estar mais uma vez tão fundo que virão de novo ombros curvados, posições fetais, tremores de corpo inteiro e olhos vermelhos. (…)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;A dor é tão constante que já se tornou uma parte de mim. E não conseguirei apagá-la. &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Não consigo mais, mas terei de conseguir.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="right"&gt;[31/05/2011]&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-06-19T18:14:42</issued>
    <title>De forjas infernais.</title>
    <published>2011-06-19T17:31:18Z</published>
    <updated>2011-06-19T17:31:18Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Se conseguisse escolher, deixaria de procurar o amor. Ele, essa maldita tentação, ou melhor, aquilo que eu sentia por ele chegou a um ponto que não podia mais ser negado. Eu tentei, juro que sim. Passei meio ano a tentar e iria conseguir. Se não fosse aquele maldito papel. Tudo é maldito no que toca a ele. Uma tentação proibida criada pelo diabo como um castigo maquiavélico.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Certamente não escolheria isto. Chorar por ele. Saber que, apesar de me doer vê-lo, preferiria vê-lo todos os dias a pensar que nunca mais o verei. Saber que sou estúpida a ponto de querer uma ilusão. Que devia deixar de pensar nele mas não consigo porque não consigo ignorar o facto de que não sou ninguém na vida dele.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Se eu conseguisse escolher, deixaria de procurar. Mas nem isso resulta, porque não procurei o amor e agora amo-o a ele. Não é preciso procurar quando quem eu amo está mesmo ao meu lado. Teria de deixar de existir para deixar de amar.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-06-05T00:49:44</issued>
    <title>Confessions.</title>
    <published>2011-06-04T23:49:44Z</published>
    <updated>2011-06-04T23:49:44Z</updated>
    <content type="html">&lt;p align="justify"&gt;Já não povoas a minha cabeça todos os segundos. Mas quando o fazes, quando olhas para mim…&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Estou perdida. Sinto-me a vaguear nos limites da minha consciência, chego ao ponto de querer sentir-te, de querer beijar-te, sinto uma força a puxar-me mas o cérebro a ordenar-me para não ceder.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Tu olhas para mim. Eu olho para ti. E nunca mais largamos. Será que vês? Será que entendes? Não to sei dizer. Estamos com outras pessoas mas isso não interessa. Juro, senti-me como só estivéssemos tu e eu, levantei a mão porque queria tocar-te. Queria tanto tocar-te, queria que percebesses que gosto de ti, queria por um momento fingir que também eras meu. Queria puxar-te para mim e perder-me numa interminável rota em direcção à insanidade, porque é aí que me vais deixar. Queria que compreendesses.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;É claro que no último segundo, literalmente, apercebi-me de que não poderia ser assim. Então fingi bater-te, na brincadeira, mas como sempre fugiste de mim. Pergunto-me se compreendes esta ânsia que sinto e que parece ficar mais forte. Se é por isso que foges mas no entanto não consegues deixar de olhar. Não imaginas a quantidade de vezes que estes pensamentos afloram à minha mente e eu me vejo incapaz de os conter. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;E olhas-me, ainda. Olhos verdes e barba. És a minha desgraça.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-05-25T22:15:49</issued>
    <title>Tomorrow&amp;hellip;</title>
    <published>2011-05-25T21:15:49Z</published>
    <updated>2011-05-25T21:15:49Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;I’m terrified.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;I love you all too much.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-05-16T00:39:11</issued>
    <title>My Angel.</title>
    <published>2011-05-15T23:39:11Z</published>
    <updated>2011-05-15T23:39:11Z</updated>
    <content type="html">&lt;p align="justify"&gt;Escrevo-te uma carta, pela primeira vez honro o nome deste blog. Não és ninguém, mas isto é uma primeira carta porque mereces. Mereces muito mais de mim, mereces uma melhor amiga do que aquela que tenho sido. Acho que nunca na minha vida senti que poderia dizer tanto apenas com um:&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Desculpa.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Porque ‘Desculpa’ é uma palavra deveras interessante. Tirar a culpa. Sim, não tenho dúvidas de ter culpa, porque certamente fui abençoada. Não te mereço, ou pelo menos, mereces que eu seja uma amiga melhor. Não te sei dizer porquê, apenas sinto que deveria ser melhor. Que não correspondo a tudo o que tu me dás. És uma pessoa maravilhosa para mim, e és uma parte muito importante da minha vida e de quem eu sou. Sinto que deveria retribuir muito mais, de maneira a igualar tudo aquilo que fazes por mim. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Lamento ser tão insegura e pessimista. Sei que não deve ser fácil tentar puxar-me para cima de todas as vezes que vou ter contigo, sim, porque também existem aquelas em que não te digo nada porque me parece que já fazes demais. Mas também sei que vais dizer que não é nenhuma obrigação, fazes isso porque gostas de mim, e eu sei. Só digo que deve dar muito trabalho aturar todas as minhas crises de baixa auto-estima, falta de confiança e as inseguranças todas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Mas também sei que é maravilhoso quando somos apenas nós, juntas a conversar sobre sei lá o quê, e é nessas alturas que eu desejo mais poder viver mais perto de ti. Porque tu és uma das poucas pessoas que consegue fazer-me sorrir, não é um daqueles sorrisos forçados, mas sim um verdadeiro, principalmente quando eu vejo tudo negro, estás lá para acender uma luz. Por mais pequena que seja.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Considero-te como o meu pequeno anjo, porque trazes tanto à minha vida e me fazes tão feliz que deves ser de origem celestial. És única e especial e espero nunca me separar de ti. Nunca. Quando penso em ti, o que faço quase diarimente, penso em felicidade. Em amizade verdadeira. Em tolices e risota, mas também confiança e apoio. Honestidade e ajuda. Gratidão. E amor. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Independentemente do que achas, sempre soube que me adoras. E eu também te adoro.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Marta.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-05-15T20:25:05</issued>
    <title>Think harder.</title>
    <published>2011-05-15T19:35:49Z</published>
    <updated>2011-05-15T19:35:49Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;Não é uma afronta pública. É para dizer tudo aquilo que não cabe em 140 caracteres.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não, não deixei de te falar. Embora me apetecesse. Muito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tive de sair porque a minha mãe quis vir ao pc.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pois não, eu nunca espero que me percebam. Porque ninguém é como eu ou está na mesma situação. Pensa melhor naquilo que sabes de mim e agora pensa melhor quando te digo que, no toca ao divórcio dos meus pais, não sabes nem metade do que acontece e que eu não conto a ninguém. Não conto porque é tão horrível que não me sinto capaz de dizê-lo, com medo que se torne verdade. Eu não consigo lutar contra algo que está fora do meu controlo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vais-me dizer que entendes aquilo que eu sinto? Duvido. É todo um turbilhão de sentimentos e reacções e acontecimentos de tal forma absurdo que nem eu própria consigo reconhecer onde acaba e onde começa. Achas que é difícil? Não roça sequer a borda do difícil, é um completo inferno.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não digo que não tenhas os teus problemas e as tuas experiências, mas, por aquilo que sei, não é em nada comparável àquilo por que eu estou a passar. Se achavas que me referia ao Ricardo, bem, esse, fica lá no sítio dele.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Simplesmente estou farta que as pessoas se ofereçam para compreender algo que não conhecem. Não é nada contra ti, mas apenas digo: deixa-me ser pessimista pelo menos hoje, já que em todos os outros estou alegre, sorridente e feliz. Aparentemente.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-05-15T18:43:03</issued>
    <title>Me.</title>
    <published>2011-05-15T17:43:03Z</published>
    <updated>2011-05-15T17:43:03Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;My childhood innocence is long gone by now. I am much darker than you think. Keep that in mind. And don’t wait up. I might not return.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-05-15T13:58:13</issued>
    <title>Diary.</title>
    <published>2011-05-15T12:58:13Z</published>
    <updated>2011-05-15T12:58:13Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;em&gt;Só derramei duas lágrimas e é mais do que suficiente. Afinal, não posso perder o que nunca tive.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font size="1"&gt;&lt;strike&gt;(É surpreendente como é que consigo escrever mais sobre isto no meu diário do que o divórcio dos meus pais. Incrivelmente estúpido.)&lt;/strike&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-05-12T20:54:28</issued>
    <title>Can it be true?</title>
    <published>2011-05-12T19:54:28Z</published>
    <updated>2011-05-12T19:54:28Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;Nunca pensei que duas frases escrevinhadas num papelinho lido durante uma aula secante de geometria pudessem ter tal efeito sobre mim. E agora não consigo deixar de pensar em ti.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-04-04T21:28:56</issued>
    <title>Alive? Maybe.</title>
    <published>2011-04-04T20:28:56Z</published>
    <updated>2011-04-04T20:28:56Z</updated>
    <content type="html">&lt;p align="justify"&gt;Desculpem não ter passado aqui recentemente (se é que alguém ainda lê o blog), mas estive… Bem, a minha vida andou uma loucura. Tenho tantas coisas a povoarem-me a cabeça que nem num ano conseguiria dizê-las todas. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Sinto falta do blog, de poder escrever aqui e desabafar! E pensar que haja pelo menos alguém neste mundo virtual que me compreenda. São tantas as frustrações, as desilusões, os desgostos e as mágoas que não sei como é possível ir todos os dias às aulas e sorrir, dar gargalhadas e fingir que tudo está bem. As minhas notas andam uma merda, tirando a geometria, mas isso já é outra história. Estou preocupada com o futuro deste país, e as consequências que vai trazer para o meu e o dos que me são próximos. Estou mais rebelde que nunca e, no entanto, não tenho força de vontade para fazer aquilo que realmente tem de ser! Não sei o que fazer desta vida! Sou excelente a dar conselho aos outros, mas ninguém consegue andar nos meus sapatos. E não os culpo por não terem coragem. Afinal, quem quereria uma vida como a minha? Sou desgraçada e não o nego. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ainda me falta viver tanto e experimentar tanto, mas de tudo aquilo que já vivi (principalmente sofri) até agora, só me apetece dormir (não digo morrer porque não teria coragem). Embarcar num sonho interminável, onde tudo seria melhor e mais belo: eu poderia ter uma família, um lar; poderia ter confiança quanto ao futuro; poderia ter a vontade para me tornar mais saudável,&amp;#160; e para me tornar numa pessoa melhor; poderia ter aquele de quem gosto, fosse como amigo ou algo mais (ando confusa); poderia ter a minha melhor amiga à minha beira. Poderia ficar mil anos a ponderar sobre os sonhos!&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="1"&gt;PS: desculpem este post, mas estou um pouco deprimida. tenho andado em baixo e acho que ninguém me compreende (pelo menos não totalmente) e pouca gente se importa, de qualquer maneira.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-03-08T13:58:49</issued>
    <title>The person with the best smile.</title>
    <published>2011-03-08T13:58:49Z</published>
    <updated>2011-03-08T13:58:49Z</updated>
    <content type="html">&lt;p align="justify"&gt;Lembrei-me de ti. Coisa curiosa, o facebook. Encontrei uma daquelas imagens para marcar várias pessoas, e percorri todas as descrições até encontrar a que dizia ‘Marca a pessoa com o melhor sorriso’.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O teu sorriso veio-me à cabeça, tão natural como sempre. O teu sorriso é lindo, para dizer a verdade. a maneira como os teus dentes são sempre tão brancos. As tuas bochechas sobem e fazem os teus olhos tornarem-se muito mais amigáveis. Faz com que fiquem verde-claros, como a relva. E quando olho para ti e sorrio, e tu sorris-me de volta, parece que tudo fica muito melhor. É tão maravilhoso que olho cada vez mais para ti, à espera que sorrias. Olho-te nos olhos e sorrio para ti, devo parecer mesmo idiota na tua cabeça. Acho que és muito mais do mostras. Do que o beatboxing, do que as piadas, já consegui espreitar para dentro de ti e gostei do que vi. És uma pessoa fantástica e acho que ninguém sabe disso. E o teu sorriso… Bem, o teu sorriso é o mais lindo que já vi.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-03-06T00:21:31</issued>
    <title>Sigh #2</title>
    <published>2011-03-06T00:23:41Z</published>
    <updated>2011-03-06T00:23:41Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;Estou cansada das merdas daquela miúda. No dia em que eu já não estiver aqui, é que vão ser elas. Nesse dia sim, vai existir alguma justiça. Mas continuo a precisar de um diário.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-02-19T23:09:12</issued>
    <title>Tomorrow&amp;hellip;</title>
    <published>2011-02-19T23:09:12Z</published>
    <updated>2011-02-19T23:09:12Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;- Preencher as fichas de leitura de Português;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Estudar Filosofia;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Estudar Química;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Fazer a pesquisa para a apresentação de Inglês;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Arrumar minimamente a secretária;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Traduzir INALP;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Sétimo capítulo (será??);&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Começar a pensar seriamente se vou (ou não) participar no &lt;a href="http://www.grandec.org/" target="_blank"&gt;Grande ©.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;E, se ainda me sobrar tempo, gostava de fazer alguma coisa quanto ao Bookworm, queria utilizá-lo, mas ainda não me organizei. E escrever alguma coisa por aqui, se tiver tempo. Estou a pensar tornar isto mais num blog de escrita do que pessoal. Não sei. Vocês gostavam de ler alguma coisa que que escrevesse? Já se está a ver que amanhã vou ter o dia mais que preenchido, e vou levantar-me bem cedo se quero acabar tudo isto a tempo de ver o Merlin às 19. ;D&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-02-13T19:48:28</issued>
    <title>Completed.</title>
    <published>2011-02-13T19:48:28Z</published>
    <updated>2011-02-13T19:48:28Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;Desculpem a ausência, mas têm acontecido demasiadas coisas na minha vida e não tive muito tempo para vir aqui. No entanto, trago comigo uma excelente notícia: o sexto capítulo está oficialmente terminado e postado! Estou orgulhosa, enfim, só quem escreve sabe o que se sente ao completar algo que já sofreu demasiados bloqueios de escritora. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Quem quiser ler, do início ou só o sexto capítulo, pode fazê-lo &lt;a href="http://www.fanfiction.net/s/5219950/6/Almas_Gemeas" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;. Se quiserem comentar, podem fazê-lo, as reviews anónimas estão permitidas. Peço-vos ( a quem ler a fic, é claro) que digam o que pensam, apenas se consegue melhorar se nos apontarem os defeitos. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Trago-vos também uma novidade: descobri um novo programa para escrever, e sinceramente acho que o prefiro ao Word. Trabalha-se em full screen, sem as caixinhas todas de tipos de letras e afins, e não existem os sublinhados irritantes do corrector ortográfico (embora exista uma versão com ele para quem assim o quiser). Foca-se apenas na escrita e mais nada, é só preto no branco (ou laranja em preto, no meu caso). Os únicos extras são a barra de ferramentas do Windows e uma barrinha com as horas e as palavras/páginas/linhas/parágrafos/carac&lt;wbr /&gt;teres existentes. Ah, e também inclui um temporizador, o que é muito jeitoso porque permite definir um tempo para escrever e no fim apresenta as stats do que foi escrito nesse tempo. Chama-se Q10, se quiserem fazer o download (é free), podem baixá-lo &lt;a href="http://www.baara.com/q10/" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;. Aconselho a guardarem no ambiente de trabalho e depois (com o lado direito do rato) executarem com administrador para não haver problemas. Ah e também tem uns barulhinhos muito fofinhos tipo máquina de escrever.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-01-25T22:00:38</issued>
    <title>Sigh #1</title>
    <published>2011-01-25T22:00:38Z</published>
    <updated>2011-01-25T22:00:38Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;Preciso de um diário. Urgentemente.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2010-12-31T17:39:45</issued>
    <title>Nerd?</title>
    <published>2010-12-31T17:39:45Z</published>
    <updated>2010-12-31T17:39:45Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;1. Fingir que Tic Tac é cápsula de remédio.   &lt;br /&gt;2. Desenhar um relógio no braço.    &lt;br /&gt;&lt;strike&gt;3. Tapar o ralo do chão da banheira para fazer uma piscininha.     &lt;br /&gt;4. Fazer a proeza de enfiar o dedo no próprio olho sem querer.      &lt;br /&gt;&lt;/strike&gt;5. Ficar a entortar daqueles lápis verdes até partir.    &lt;br /&gt;&lt;strike&gt;6. Apostar corrida de gotas na janela do carro quando está a chover.     &lt;br /&gt;7. Apagar tudo o que estavas a escrever quando vês que a outra pessoa está a digitar algo no msn.      &lt;br /&gt;8. Tentar equilibrar o interruptor da luz no meio, entre aceso e apagado.      &lt;br /&gt;9. Tirar melhor nota que o nerd da turma sem ter estudado.      &lt;br /&gt;&lt;/strike&gt;10. Morder um copo de plástico depois de beber o que tinha para depois rasgar em várias tiras e fazer um sol.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;11. Deixar sempre o volume do rádio/tv num número redondo ou múltiplo de 5.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strike&gt;12. Ficar com preguiça de colocar um rolo novo de papel higiénico no lugar e deixar o vazio.     &lt;br /&gt;&lt;/strike&gt;13. Ficar desconfortável quando estás a ver um filme com os pais e começa uma cena de sexo.    &lt;br /&gt;14. Falar mal de uma pessoa a alguém e descobrir que era um parente/amigo dela.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strike&gt;15. Responder algo para alguém que está à tua frente e só depois perceber que não era contigo.&lt;/strike&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strike&gt;16. Sentir a necessidade de premir uma tecla sempre que passa perto de um teclado ou piano.&lt;/strike&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;17. Gritar quando a luz apaga.   &lt;br /&gt;&lt;strike&gt;18. Quando eras pequeno, fingir que estavas a dormir quando chegavas de carro a casa para te levarem ao colo.&lt;/strike&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;19. Dizer coisas obscenas ou parvoíces quando um amigo está a falar com os pais ao telefone.   &lt;br /&gt;20. Colocar uma caixinha vazia de pastilhas no dedo indicador.    &lt;br /&gt;&lt;strike&gt;21. Na hora de digitar a senha errar uma letra e apagar tudo só para ter certeza.     &lt;br /&gt;22. Escrever uma risada gigante no msn mesmo sem estar a rir.      &lt;br /&gt;23. Dar umas 5 chineladas numa aranha porque não morreu à primeira.      &lt;br /&gt;24. Estar a ver algo na televisão e mudar sem querer de canal ao tentar aumentar o volume.      &lt;br /&gt;&lt;/strike&gt;25. Coçares-te com uma caneta e só depois de reparar que a ponta estava para fora e ficaste todo riscado.    &lt;br /&gt;&lt;strike&gt;26. Dizer à mãe de um amigo que não tinhas fome quando estavas cheio de fome.&lt;/strike&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strike&gt;27. Tentar cortar um pedaço de carne e quando finalmente consegues, o pedaço voar do prato.&lt;/strike&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strike&gt;28. Molhares te todo ao lavar uma colher.     &lt;br /&gt;29. Querer digitar “!!!!!!!” e aparecer um “1” no meio!!!!!1!!      &lt;br /&gt;30. Perder mais tempo a procurar o comando da televisão do que se te levantasses.&lt;/strike&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strike&gt;31. Colocar o braço perto da tv só para os pelinhos do braço se levantarem.&lt;/strike&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strike&gt;32. Quando as coisas estão complicadas querer voltar ao tempo em que as únicas preocupações era o Dragon Ball e as Navegantes da Lua.     &lt;br /&gt;&lt;/strike&gt;33. Quando eras pequeno, acordar cedo e ir para a cama dos pais ver desenhos animados.    &lt;br /&gt;&lt;strike&gt;34. Ficar com raiva de ti mesmo quando queimas a língua.&lt;/strike&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strike&gt;35. Dizer números aleatórios quando alguém está concentrado a contar alguma coisa.     &lt;br /&gt;36. Achar que o teste foi fácil… até receber a nota.      &lt;br /&gt;37. Meter o telemóvel no silêncio quando era suposto desligares.      &lt;br /&gt;38. Contar quantas pessoas estão à tua frente para saber qual a questão que a professora te vai fazer.&lt;/strike&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;39. Gozar um colega à frente da turma toda.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;40. Fazer uma lista mental de todas as asneiras que fizeste quando o pai/mãe diz:”precisamos de ter uma conversa”.   &lt;br /&gt;&lt;strike&gt;41. Ficar nervoso quando alguém te diz: “Preciso de falar contigo..”     &lt;br /&gt;42. Ficar muito feliz quando uma pergunta no teste dá a resposta a outra.      &lt;br /&gt;43. Antes de adormecer contar quantas horas vais ter de sono até teres que acordar.&lt;/strike&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strike&gt;&lt;/strike&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Vi &lt;a href="http://other-side.blogs.sapo.pt/" target="_blank"&gt;aqui.&lt;/a&gt; Bem, que nerd! Só não risquei 11 de 43 :P&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Aproveito, uma vez que já só temos meia dúzia de horas de 2010, para desejar a todos um feliz 2011 e que seja melhor que 2010!&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2010-12-28T13:39:15</issued>
    <title>Conto de fadas</title>
    <published>2010-12-28T13:39:15Z</published>
    <updated>2010-12-28T13:39:15Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;em&gt;Cinderela.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Um dos teus pais está morto.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;É suposto que tu faças imensas tarefas.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tu adoras arranjar-te.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Adoras animais.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A tua mãe é bastante restritiva.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tens irmãs que parecem ter inveja de ti.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tens medo de dizer o que te vai na cabeça.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Já deixaste os sapatos em casa de uma amiga.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tens cabelo louro.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Bella.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Já beijaste alguém de quem os teus amigos não gostassem.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Já te perdeste na floresta.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Adoras ler.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Não és nada tímida e não tens medo de dizer o que te vai na cabeça.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Um membro da tua família é um bocado esquisito.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Já fizeste trabalho voluntário.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tens uma imaginação louca.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Já tiveste rapazes que gostassem de ti só porque és bonita.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Já rejeitaste uma pessoa que te convidou para namorar.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Jasmine.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O teu pai é uma pessoa rica/importante.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;És bastante inteligente.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Já estiveste com alguém bastante diferente de ti.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;És única e diferente de todas as outras pessoas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Nunca casarias com alguém por mais rico que fosse.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Já juntaste bastantes riquezas só para ti.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Não tens muitos amigos.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;És independente.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;És saudável.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Os teus pais tentam controlar a tua vida.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Ariel.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Os teus pais têm expectativas bastante altas em relação a ti.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tu tentas seguir as regras, mas é difícil para ti.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Arranjas alguns problemas.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;És a mais nova da família ou a segunda mais nova.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tens várias irmãs (três ou mais).&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fazes colecção de alguma coisa.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tu tens cabelo comprido.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tiveste um peixe como animal.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;És extremamente curiosa.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tu acreditas em tudo o que as pessoas te dizem.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Branca de Neve.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tu sabes que és bonita.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Por vezes, sentes que a tua mãe tem inveja de ti.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Já estiveste à beira da morte.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tens, pelo menos, sete bons amigos.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Já tiveste um envenenamento por comida.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tens cabelo curto.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Consegues conviver com quase toda a gente.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Todos os teus amigos são diferentes.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tu adoras passar um tempo agradável.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;És mais feliz quando estás fora de casa, do que dentro.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Mulan.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Es, muitas vezes, uma Maria-rapaz.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Por vezes, gostarias de conseguir ser mais feminina.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Já fingiste ser alguém que não eras.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Já tiveste uma luta física com alguém.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Já fugiste/pensaste fugir de casa.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Os teus pais tentam criar planos para a tua vida.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A maioria dos teus amigos são rapazes.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Muitas vezes, encontraste em más situações.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tu gostas tanto da tua família e farias tudo para os proteger.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Aurora (Bela Adormecida).&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Já viveste com alguém que não os teus pais.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Quase morreste quando eras pequenina.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;És gentil, adorável e pensativa.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tens uma voz decente para cantar.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Gostas de dormir até tarde nos fins-de-semana.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tu passas a maioria do teu tempo na rua, ou pelo menos, tentas&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;És adoptada.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;És bastante romântica.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Cor-de-rosa é uma das tuas cores favoritas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Pocahontas.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Adoras passear e conhecer novas cidades.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;És mais espiritual do que religiosa.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Já estiveste numa relação interracial.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Um dos membros da tua família está morto.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Os teus pais são bastante protectores.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Alguém que tu conheces já esteve na guerra.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tu adoras a natureza.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tens cabelo natural preto.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Vi &lt;a href="http://always_an_actress.blogs.sapo.pt/" target="_blank"&gt;neste blog&lt;/a&gt; e decidi fazê-lo porque me pareceu interessante.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2010-11-13T20:00:01</issued>
    <title>On a funny note&amp;hellip;</title>
    <published>2010-11-13T20:00:01Z</published>
    <updated>2010-11-13T20:00:01Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;Did you know where did “fuck” came from? Well, then I’ll tell you (read, I promise it’ll be very entertaining).&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;In the Middle Age, during the times of the Black Death, resources were scarce, and so, people were required permission to have children. So, when they got royal permission, they had to put a sign on their home that said “Fornicating Under Consent of King”, which was later shortened to ‘fuck’.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Of course, this is not likely to be real, but it’s a tradition that persisted throughout the centuries and I personally found it very amusing.&lt;/p&gt;</content>
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    <title>Voc&amp;ecirc;s sabem quando&amp;hellip;</title>
    <published>2010-11-01T20:07:06Z</published>
    <updated>2010-11-01T20:07:06Z</updated>
    <content type="html">Querem mesmo pedir aquele número e não têm coragem?</content>
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